domingo, 13 de março de 2011

Ana Gouveia no Secretariado da Federação do PS


Ana Gouveia

Na reunião da Comissão Política Distrital de Coimbra do Partido Socialista, realizada hoje, 13 de Março, foi eleito o Secretariado da Federação. Ana Gouveia, que integra a Comissão Política Concelhia do PS e é Vereadora na Câmara Municipal de Miranda do Corvo, faz parte do novo Secretariado da Federação liderada por Mário Ruivo.

Depois de ter conseguido uma forte presença na lista da Comissão Política da Federação, eleita no último congresso, o PS Miranda do Corvo tem assim um representante no órgão executivo do Partido a nível distrital.

Além de Mário Ruivo, Presidente da Federação, e de Ana Gouveia, integram o Secretariado os seguintes elementos: Carlos Castanheira, Cristina Martins, Dulce Coimbra, Joel Vasconcelos, José Iglésias, José Soares, Lúcia Marisa Malva, Luís Ribeiro, Luís Santarino, Manuel Guinapo, Nuno Costa, Vasco Sousa Martins, Lurdes Castanheira (Coordenadora do Departamento Federativo das Mulheres Socialistas) e Rui Duarte (Presidente da distrital da JS).

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Publicadas restantes 4 Resoluções da Assembleia da República sobre o Metro

Depois de ter sido publicada a Recomendação N.º 13/2011, foram publicadas hoje no Diário da República as seguintes Resoluções:







terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Resolução da Assembleia da República sobre o Metro

Foi hoje publicada no Diário da República a Recomendação da Assembleia da República sobre o Metro e que havia sido aprovada por unanimidade.

(Extracto do Diário da República, 1.ª série — N.º 32 — 15 de Fevereiro de 2011)

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Noticia Diário de Coimbra

Saúde - Está inaugurado o novo Hospital Pediátrico de Coimbra - RTP Noticias, Vídeo

Saúde - Está inaugurado o novo Hospital Pediátrico de Coimbra - RTP Noticias, Vídeo

Há vontade de continuar o Metro Mondego, disse Sócrates



O primeiro-ministro, José Sócrates, garantiu este sábado (5), em Coimbra, que o Governo possui “vontade” de continuar com o projeto do Metro Mondego, embora adaptado à nova realidade financeira do País.

No discurso que proferiu durante a inauguração do novo Hospital Pediátrico de Coimbra, José Sócrates aludiu ao Metro Mondego e à autoestrada do Centro como exemplos de investimento público que o País tem “obrigatoriamente” de adaptar “à nova situação financeira”.

“Estamos a dar o nosso melhor para que esses projetos continuem, agora adaptados a essa nova realidade. O que quer dizer que o calendário tem de ser um pouco mais longo porque não temos as condições financeiras para prosseguir”, frisou.


Cerca de uma centena de manifestantes, a maioria em defesa do Metro Mondego, marcou presença numa rotunda da circular externa de Coimbra, junto ao edifício do novo hospital pediátrico, em protesto contra a suspensão do projeto.

No entanto, os automóveis da comitiva do primeiro-ministro passaram praticamente despercebidos pelo local – sem batedores policiais a abrir caminho – e os protestos e palavras de ordem foram, praticamente, inexistentes.

Na cerimónia, José Sócrates disse que o executivo “tem feito o seu melhor para manter um programa de investimento publico”, mas “tem contado com muitas incompreensões” na Assembleia da República, da parte de “alguns” grupos parlamentares.

“Passam as semanas a dizer ‘pare os investimentos’ (…) Mas esses mesmos deputados, quando se chega a determinadas zonas do país, dizem ‘prossiga com os investimentos’. Isso é que não pode ser, ou paramos ou prosseguimos”, declarou.

O primeiro-ministro definiu o novo hospital pediátrico como “mais uma referência, um ícone de Coimbra”, que se junta a outros “símbolos” da cidade sobre os quais manifestou “orgulho” em ter “contribuído” enquanto governante.

Da lista destacou o programa Polis de requalificação da zona ribeirinha do Mondego, o novo edifício do Conservatório, a requalificação das escolas Avelar Brotero e D. Maria, Mosteiro de Santa Clara-a-Velha e Museu Nacional Machado de Castro e investimentos em curso na Universidade.

“Em termos de qualidade de vida urbana e de projetos emblemáticos em Coimbra, estes últimos anos comparam muito bem com os anos anteriores”, sublinhou.

Novo hospital já tem nome
Ontem (5), a ministra da Saúde anunciou ainda o novo nome do pediátrico: a unidade de saúde vai ostentar o nome de Henrique Carmona da Mota, o pediatra ligado à criação da unidade de saúde em 1977.

“É uma figura ímpar, com reconhecidas qualidades pessoais e profissionais, que motivou e orientou a formação de gerações de profissionais”, disse Ana Jorge.

“É deixarmos a nossa memória bem registada. É importante que as gerações vindouras reconheçam os factos históricos e aquilo que foi um marco de desenvolvimento”, acrescentou.

Henrique Carmona da Mota, que foi diretor clínico do HPC durante mais de dez anos, congratulou-se hoje com a inauguração do novo edifício, em representação do hospital e “em nome dos pioneiros, das crianças que ali [no edifício antigo] foram cuidadas e das que aqui continuarão a sê-lo”, sublinhou a ministra.
(TEXTO E FOTOS DE AS BEIRAS Online, 5 de Fevereiro de 2011)

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Metro Mondego: Tomada de posição dos vereadores do PS na reunião de Câmara

O Sistema de Mobilidade do Mondego constitui um elemento fundamental para o desenvolvimento do nosso concelho, tal como o foi o Ramal da Lousã durante mais de um século. Depois de meses de incerteza, de alguma angústia, ontem realizou-se uma importante reunião entre a Tutela e os três Presidentes de Câmara e que, de acordo com as declarações prestadas pelos intervenientes, nos permite retirar as seguintes conclusões:

1- A solução ferroviária em metro de superfície foi assumida em definitivo pelo Governo;

2- Irá ser lançado em breve o concurso da empreitada relativa ao troço Alto de São João/São José, seguindo pela Solum. O concurso da empreitada do troço São José/Portagem será lançado no segundo semestre de 2011;

3- A empreitada relativa a carris, catenária e outros trabalhos complementares será levada a cabo depois da execução das empreitadas anteriores;

4- Prevê-se a entrada em funcionamento do serviço de metro de superfície entre Serpins e a Portagem daqui a três anos (2014);

5- Foi decidido criar uma Comissão, constituída por representantes das três Câmaras Municipais, da Secretaria de Estado e da Metro Mondego, e que terá como principal missão retirar dos cadernos de encargos tudo o que não seja essencial à concretização do projecto.

Perante estes sinais de esperança, podemos afirmar que se começa a ver a luz ao fundo do túnel. Claro está que gostaríamos de ver as obras concluídas dentro dos prazos previstos inicialmente. Porém, atendendo à situação que o País vive tal não é possível, pelo que devemos actuar com responsabilidade e trabalhar em conjunto com o Governo tendo em vista a concretização do projecto de acordo com a nova calendarização apresentada.


Miranda do Corvo, 3 de Fevereiro de 2011.

Os Vereadores do Partido Socialista,

Miguel Baptista
Ana Gouveia
João Carvalho

Metro: "Finalmente há uma saída no processo"

(Diário de Coimbra, 03/02/2011)

"Forças vivas" de Vila Nova projectam futuro da Casa dos Reis

(Diário de Coimbra, 01/02/2011)


Comissão para retirar despesas a mais no projeto do Metro

AS BEIRAS Online (03/02/2011):
Consulte AQUI notícia completa que inclui audio das declarações feitas, no final da reunião de ontem, pelo Secretário de Estado dos Transportes e pelo Presidente da Câmara de Coimbra.

O Governo vai adjudicar, dentro de semanas, as obras entre o Alto de S. João e S. José. A garantia foi ontem dada aos autarcas pelo ministro António Mendonça e o secretário de Estado Correia da Fonseca.

Mas para que tal seja possível, a intervenção já terá em conta as indicações saídas da comissão criada pelas câmaras, secretaria de Estado e Metro Mondego. Esta entidade terá um único objetivo: retirar “gorduras” do projeto. Ou seja, ver de que forma é “que é possível poupar” para que as obras avancem.

Desta forma, o projeto de requalificação da Praça 25 de Abril, junto ao Estádio Cidade de Coimbra, não será realizado. No fundo, e como referiu Correia da Fonseca, não será possível concretizar a “forte componente de reabilitação urbana” que o projeto tinha. A mesma medida será tomada no troço entre S. José e a Portagem, cujo concurso deverá ser lançado pouco tempo depois do traçado na Solum.

Para que tal seja possível, o Governo não vai avançar agora com a colocação dos carris e das catenárias – necessários para a circulação das carruagens. Esta verba, segundo o Governo, ajudará, em conjunto com as poupanças conseguidas dentro da cidade de Coimbra, a que as obras avancem entre o Alto de S. João e o Largo da Portagem.

Só depois o Governo lançará as obras de colocação das catenárias e dos carris. Esta reprogramação atira, como anteontem referiu o secretário de Estado, o projeto para 2014, sendo esta a nova data prevista para que a população da Lousã e Miranda do Corvo possa fazer a viagem em metro para a cidade de Coimbra.

Coimbra-B é essencial
João Paulo Barbosa de Melo foi o porta-voz dos autarcas. O presidente da câmara de Coimbra salientou a importância que tem a manutenção do projeto em ferrovia, bem como a disponibilidade revelada pelos autarcas para que se encontrem formas de diminuir os gastos com a intervenção nos três concelhos.

Apesar da satisfação, o autarca não se esqueceu de lembrar que a intervenção não pode ficar na Portagem. Na sua opinião, é essencial que vá, pelo menos, até Coimbra-B. “É essencial que assim aconteça, porque só no seu todo o projeto é sustentável”, frisou.

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Metro: Mais sinais de esperança

Serpins-Portagem por Metro até 2014
(AS BEIRAS Online, 01/02/2011)

O Ministério das Obras Públicas vai anunciar aos autarcas de Coimbra, Lousã e Miranda do Corvo a conclusão do troço ferroviário entre Serpins (Lousã) e Portagem (Coimbra) até 2014, disse fonte ministerial.

A nova recalendarização do projeto Metro Mondego, que está suspenso pelo Governo, vai ser apresentada na quarta-feira aos municípios abrangidos por aquele sistema.

De acordo com um documento da tutela, a que a agência Lusa teve acesso, a conclusão dos trabalhos em curso, o lançamento dos concursos de material circulante e equipamentos e mobiliário de estações terão como horizonte temporal o ano de 2014.

Desde o início de 2010 que estavam em curso duas empreitadas superiores a 50 milhões de euros, entre Serpins (Lousã) e Alto de São João (Coimbra), no âmbito do Sistema de Mobilidade do Mondego, que prevê a instalação de um metro ligeiro de superfície na Linha da Lousã e na cidade de Coimbra.

Em novembro, a Refer – Rede Ferroviária Nacional – ordenou aos empreiteiros a supressão dos trabalhos relacionados com a plataforma da linha, assentamento de carris e construção da catenária, um investimento que rondaria os 13 milhões de euros.

Estas obras, que deveriam estar já concluídas, foram suspensas devido a constrangimentos financeiros resultantes da aprovação do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC) III.

Na sequência dos trabalhos desenvolvidos, foram removidos os carris e as populações estão a ser servidas por autocarros.

“O Governo pretende rever o projeto, sem tabus, reduzindo custos onde possam ser reduzidos (nomeadamente intervenções urbanísticas que não devem ser a Metro do Mondego a suportar mas as respetivas Câmaras) e verificar se existem formas mais eficientes de garantir o mesmo nível de serviço às populações, com custos de investimento e de operação inferiores”, refere o ministério das Obras Públicas.

No mesmo documento, o Governo propõe ainda que a rede de transporte público regional seja coordenada por uma autoridade supramunicipal de transportes, que poderá passar pelo aproveitamento da sociedade Metro Mondego, cuja extinção foi decretada pelo Governo para reduzir custos.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Freguesia de Vila Nova promove produtos tradicionais


AS BEIRAS, 28/01/2011

(Clique na imagem para aumentar tamanho)

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Descubra as diferenças em relação a Miranda!

V.N. de Poiares
Criar segundo pólo industrial

(AS BEIRAS, 28/01/2011)

A zona industrial continua a ser a "menina dos olhos" da Câmara de Vila Nova de Poiares. Situado na freguesia de S. Miguel de Poiares, o atual parque industrial já é escasso para tanta procura. Por isso, decidiu projetar o alargamento deste pólo, ponderando a criação de um segundo pólo, que surgirá na freguesia de Arrifana, próximo da estrada que ligará Poaires (EN 17) a Penacova (IP3).

Quanto ao atual parque insdustrial, Jaime Soares garante que a autarquia a que preside tem conseguido chamar até si muitos investidores, "devido às excelentes condições postas aos industriais".

Condições para a indústria:

- Os terrenos estão disponíveis para venda, sendo o seu custo simbólico, de 1,25€/m2, a pagar em cinco anos sem juros;

- São garantidas infraestruturas – água, energia e esgotos – no empreendimento, sem encargos;

- São cedidas máquinas para abertura das fundações e nivelamento de terras dos empreendimentos a levar a efeito.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Metro Mondego: Sinais de esperança

1. INTERVENÇÃO DA DEPUTADA ANA PAULA VITORINO
(AR, Plenário de 19/01/2011)

Senhor Presidente,

Senhoras e Senhores Deputados,

Começo por cumprimentar todos os peticionários, bem como os autarcas e cidadãos dos municípios da Lousã, de Miranda do Corvo e de Coimbra e do distrito de Coimbra que nos quiseram hoje honrar com a vossa presença.

O PS é o Partido do desenvolvimento regional e da coesão territorial. O Sistema de Mobilidade do Mondego é um grande projecto de afirmação da identidade regional, de bom ordenamento do território e de aposta na qualidade de vida no eixo Coimbra – Lousã.

O PS defende com coerência a importância estratégica do investimento público em transportes de qualidade.

O PS não faz como a direita que quer parar todos os investimentos e vem chorar lágrimas de crocodilo pelas dificuldades financeiras que justificam a reanálise de projectos. O PS defende o investimento público na Assembleia da República no País e em Coimbra.

O PS denuncia a hipocrisia daqueles que encerraram centenas de Km de linha férrea em todo o País no início da década de noventa, que nunca defenderam o Metro do Mondego como grande projecto regional, que anularam um concurso em 2002 e lançaram outro que se auto-extinguia nas vésperas das eleições de 2005 e que vêm agora tentar oportunisticamente manipular as populações com demagogia eleitoral de curtíssimo prazo.

Quero aqui hoje reafirmar, como dirigente nacional do Partido Socialista, em coerência com os nossos compromissos eleitorais e Programa de Governo, que para o PS o Metro do Mondego é uma prioridade política, um projecto devidamente estudado que reforça a competitividade da Região e um acto de justiça para com as populações do Ramal da Lousã.

Este projecto tem a marca dos Governos de José Sócrates. Foi apresentado em 2006, as obras iniciaram-se em 2008 e estão em curso e somos muito claros na aplicação a este caso da doutrina sobre investimento público consagrada no Orçamento de Estado para 2011.

É por isso que o Projecto de Resolução apresentado pelo PS é a reafirmação do compromisso com este projecto, adequando-o com realismo às exigências da actual situação económica e financeira do País.

Compreendemos bem esta situação económico-financeira em que se encontra o País, por isso admitimos a reanálise do faseamento das obras na zona urbana de Coimbra, independentemente da intervenção que é necessária desde já fazer na Baixa da Cidade. Mas só admitimos a alteração do faseamento, não fazemos como o PSD que remete todo o projecto para reavaliação da tal comissão dos grandes projectos.

Mas, por exigência de justiça, é fundamental que seja assegurada a imediata continuidade das empreitadas necessárias à introdução do serviço ferroviário ligeiro no Ramal da Lousã.

A ligação ferroviária foi o grande motor do crescimento populacional da Lousã e Miranda do Corvo nos últimos vinte anos, combatendo a desertificação. Esta ligação ferroviária foi interrompida para dar lugar a uma outra bem melhor: a uma solução de qualidade a olhar para o futuro. É pois da mais elementar justiça honrar os compromissos indo ao encontro das expectativas criadas.

O PS defende hoje o que defendeu em 1996 quando criou a empresa Metro do Mondego e em 2006 quando deu início à concretização do projecto.

Com realismo, reafirmamos hoje o nosso empenhamento na concretização do Metro do Mondego.

Disse.
Ana Paula Vitorino.


2. METRO CONCRETIZADO APESAR DAS RESTRIÇÕES
(AS BEIRAS ONLINE, 27/01/2011)

O deputado do CDS-PP, Serpa Oliva, obteve ontem a garantia do ministro António Mendonça da continuidade das obras do Metro Mondego. “Não está em causa o desenvolvimento do Metro Mondego, vamos concretizá-lo em função das restrições que atualmente existem e com a necessidade que existe de recalendarizar todos os projetos”, afirmou o ministro.

Aliás, o titular da pasta das Obras Públicas assegurou ao deputado conimbricense que “as obras não pararam, mas apenas alguns aspetos das obras”, dado que “ainda há empreitadas entre Serpins e Lousã e Lousã e Alto de São João que estão ainda em curso. Estes projetos no terreno não vão parar e vão prosseguir”.

António Mendonça disse ainda que o Governo “tem o maior empenho no desenvolvimento do sistema de mobilidade do Metro Mondego”. “É intenção do Governo continuar as obras de requalificação da plataforma”, salientou.

Outra das questões levantadas por Serpa Oliva diz respeito à criação de uma comissão intermunicipal de transportes responsável pela gestão integrada do Metro Mondego.

“Estou de acordo com a criação da autoridade regional. Aliás, quem propôs isso fomos nós, fomos os primeiros a avançar com isso porque achamos (…) que é uma exigência que novo sistema de mobilidade para o Mondego seja articulado com os transportes que já existem, não apenas municipais mas também privados”, explicou António Mendonça.

Refira-se que, na passada semana, foram apresentados, por todos os partidos com assento parlamentar, incluindo o Partido Socialista, projetos de resolução sobre a questão do Metro Mondego que foram aprovados pela esmagadora maioria dos deputados da Assembleia da República.

Em todos eles, foi recomendado ao Governo que as obras do Metro Mondego não deviam parar.


3. METRO: QUESTIONADO PELO CDS/PP, MINISTRO DOS TRANSPORTES AFIRMA CONTINUIDADE DAS OBRAS
(Campeão das Províncias, 27/01/2011)

Interpelado pelo deputado do CDS/PP, João de Serpa Oliva, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendoça, assegurou que o Governo pretende continuar com as obras previstas no projecto Sistema de Mobilidade do Mondego (SMM).

Durante o plenário da Assembleia da República, o governante afirmou ao deputado centrista que a tutela está disposta a aceitar a proposta do CDS/PP, tendente à criação de uma autoridade intermunicipal de transportes que fique responsável pela gestão integrada do investimento no Metro e, ainda, pelo respeitante à sua natureza urbana e suburbana e às implicações urbanísticas.

Em resposta à interpelação do deputado eleito pelo distrito de Coimbra, António Mendonça afirmou que as obras do SMM “não estão paradas e são para continuar”.

4. MINISTRO GARANTE METRO MONDEGO
(DN, 27/01/2011)

São para continuar as obras em curso que visam a instalação do metro Mondego na Linha da Lousã. A garantia foi dada, ontem à tarde, pelo ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, António Mendonça.

A confirmação do projecto foi dada pelo governante, na sequência da interpelação do deputado por Coimbra do CDS-PP, João de Serpa Oliva. Neste debate sobre o sector ferroviário convocado pelo Partido Ecologista Os Verdes, o ministro não deixou, no entanto, de dizer que é preciso "recalendarizar todos os projectos" em função da contenção orçamental.

O deputado centrista, ao DN, diz que esta "é uma vitória da democracia" porque "levantar carris e deixar as pessoas sem alternativas" não tinha qualquer razoabilidade. "Quem vai ganhar são os cidadãos, mas vou continuar vigilante e não deixarei de lutar e relembrar, sempre que for necessário, que este é um projecto nacional", refere o deputado. Na sequência da mesma interpelação de Serpa Oliva, o ministro disse ainda que o Governo concorda com a criação de uma autoridade intermunicipal de transportes.