sábado, 21 de fevereiro de 2009

NÓS POR CÁ...





Nós por cá...

Sim, de facto estas imagens fazem-nos lembrar esse famoso programa televisivo.
Sinais são estrategicamente colocados no centro do passeio e obrigam os peões a sair do passeio e a usar a faixa de rodagem. De salientar que o sinal de passagem estreita tem cerca de 1 metro de altura.

Quando recolhemos estas imagens ficámos na dúvida. Será que o Município resolveu fazer neste local mais um parque infantil de circulação rodoviária? Tinha lógica pois, estando próximo da pré-escola, estando à beira da estrada e pelo tamanho, estão reunidas quase todas as condições!!

Nós por cá... tudo como dantes.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Eleições para o Secretário-Geral e Delegados ao XVI Congresso do PS

Em resultado das eleições realizadas no dia 14 de Fevereiro na Secção de Miranda do Corvo, onde participaram 26 militantes, correspondentes a 27,7% dos militantes inscritos, foram eleitos com 26 votos a favor (100%) Miguel Baptista e Mário Ricardo, como Delegados ao XVI Congresso Nacional do PS, que se realiza em Espinho, de 27 de Fevereiro a 1 de Março. José Sócrates, candidato único a Secretário-Geral, obteve na Secção 23 votos, correspondentes a 88,5% dos votantes.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

RESPOSTA DA JS ÀS DECLARAÇÕES DO PRESIDENTE DO CONSELHO MUNICIPAL DA JUVENTUDE, DR. SÉRGIO SECO

Após tomar conhecimento das declarações do Presidente do Conselho Municipal da Juventude, Sérgio Seco, a Juventude Socialista de Miranda do Corvo não pode deixar de expressar a sua indignação, pelo teor de má-fé e pela falta de verdade presentes em tais palavras.

É falso que o representante da JS tenha “puxado” para análise qualquer assunto. Mesmo que o tivesse feito, estaria no uso do seu direito, uma vez que a ordem de trabalhos previa um ponto de discussão genérica. Não o fez de todo, muito menos em momento inoportuno. Tal debate foi iniciado por outro elemento da mesa, tendo então o Presidente do CMJ aproveitado esse momento para falar sobre o ponto em questão, fazendo diversas alusões a questões levantadas pela JS noutros locais, nomeadamente na Assembleia Municipal.

Depois de ouvir várias críticas nas entrelinhas, sentindo-se directamente atingido, num acto de seriedade e frontalidade, o representante da JS passou a defender-se, citando então o problema com toda a clareza e não de forma camuflada como estava a ser feito até então. Parece-nos que o Dr. Sérgio Seco gosta de sacudir a água do seu capote, não para o chão, mas sim para o capote de outros, visto que foi ele quem apresentou uma atitude agressiva, insultuosa e hostil para com o nosso representante neste Órgão. Seguiram-se diversas tentativas de pedido de palavra por parte do nosso representante, que não passaram disso mesmo, tentativas, sempre negadas, tendo sido proferidas declarações, durante este período, com as quais o representante da JS se sentiu deveras ofendido e maltratado, pessoal e institucionalmente.

Quando finalmente foi concedido o uso da palavra, sentindo-se totalmente desrespeitado, o elemento da Juventude Socialista apresentou o requerimento que tinha a apresentar, o qual considerava imprescindível, logo abandonando a sala sobre protesto, devido à forma agressiva, pouco profissional e socialmente incorrecta como havia sido tratado ao longo de toda a sessão. Aliás, foi expressamente pedido que o protesto e os motivos pelos quais tal atitude foi tomada constassem da acta da reunião.

O requerimento apresentado é claro e inequívoco, vem na sequência de um anterior acto do Conselho Municipal da Juventude que, em carta enviada às associações jovens do Concelho, tem o único propósito de atacar a JS de Miranda do Corvo. Consideramos o acto ilegal por ultrapassar as competências daquele Conselho e esperamos decisão fundamentada sobre a Reclamação apresentada.

Aproveitamos, ainda, para comunicar publicamente a decisão da retirada de qualquer representante da Juventude Socialista da participação no Conselho Municipal da Juventude de Miranda do Corvo, na sequência das actuações perpetradas pelos responsáveis deste Órgão. A decisão não poderia ser outra, há muito que a perseguição à JS, das mais diversas formas, é uma constante. Talvez aconteça pelo incómodo que as questões por nós levantadas têm trazido. É sinal que somos uma voz presente e activa. Prometemos assim continuar.
A Juventude Socialista de Miranda do Corvo

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

ROCK NA QUINTA

Comunicado da JS Miranda do Corvo

Na edição de Dezembro do Jornal Mirante, em resposta às questões levantadas em local próprio, a Assembleia Municipal, pela Juventude Socialista de Miranda do Corvo, sobre o Rock na Quinta, esta é acusada por alguns supostos membros não identificados do Grupo de Voluntariado, de ter usado a sua acção de sensibilização sobre a venda e consumo de bebidas alcoólicas, realizada no dia 6 de Setembro no referido festival, para fins políticos e, citamos, tal "é de lamentar".

A JS esclarece que é uma organização de jovens, tal como consta dos seus estatutos que nos disponibilizamos a ceder para consulta a quem estiver interessado, precisamente com fins - imagine-se! - políticos.

A JS de Miranda do Corvo é a organização de jovens da Concelhia do Partido Socialista local, dispondo de autonomia organizativa, de orientação política e de acção próprias, no entanto, aproveitamos esta oportunidade para agradecer todo o apoio do Secretariado Concelhio do PS na mencionada iniciativa, na sequência das excelentes relações por que têm pautado os actuais mandatários dos dois órgãos.

Não pudemos, por isso, encarar tal crítica, se não com espanto. Obviamente que todas as acções da JS, como de qualquer outra juventude política, terão fins, mediata ou imediatamente, políticos. Repare-se no absurdo que seria criticar o padeiro por amassar a massa, passe a redundância, com fins de fazer o pão.

Talvez, quem nos crítica não saiba o que é fazer política ou ache que contribuir para a formação, segurança, bem-estar, informação e pugnar pela defesa dos direitos jovens, não seja fazer política.

Nós, pela nossa parte, consideramos que esse é o caminho a seguir, que devemos fazer política protegendo os interesses dos jovens. É o que temos feito, é o que continuaremos a fazer. Nada nos agrada a notícia, ano após ano, que num evento organizado pela Câmara Municipal, jovens menores de 16 anos são assistidos devido ao consumo excessivo de álcool, como mais uma vez sucedeu este ano.

Mais, a JS apenas cumpriu o seu papel e pediu esclarecimentos sobre a organização do festival na Assembleia Municipal, é um direito que lhe assiste, uma vez que está representada por membros seus naquele órgão. Estranho, o incómodo do Conselho Municipal da Juventude, que aproveitou esse facto para atacar a JS, enviando mesmo uma carta a todas as associações de jovens do concelho, criticando a nossa acção e referindo que mentíamos ao dizer que a organização do festival não passava por tal órgão camarário.

Apresentou para isso actas em que houve sugestões de artistas a contratar. Com isto, deu apenas razão às nossas críticas. Sugerir não é organizar. Organizar é tomar decisões. Isso, nunca passou pelo Conselho Municipal da Juventude. Nunca se debateu e decidiu, por exemplo, a melhor forma de impedir o consumo de bebidas alcoólicas por jovens menores de 16 anos.

Caso tivesse sido feito, a JS teria proposto algo tão simples quanto a diferenciação de cores nas pulseiras distribuídas à entrada, o que permitiria aos concessionários dos bares uma rápida identificação dos menores de 16 anos. Isto seria organizar. Tal nunca foi preocupação do Conselho Municipal da Juventude, ao invés mostrou-se solícito quando se tratou de denegrir injustificadamente a imagem da JS. Aqui sim, devem todos os munícipes interrogar-se sobre quais os fins do Conselho Municipal da Juventude.

Talvez o incómodo fosse pela JS questionar o relatório e contas do Rock na Quinta. Quatro meses passados, conseguimos a informação. Pasme-se, caro munícipe, as despesas oficiais do festival ascendem a 55 mil €, 11 mil contos na moeda antiga! Não podemos deixar de nos insurgir contra este facto, foi o que fizemos ainda não tínhamos conhecimento da totalidade dos custos, é o que reforçamos agora que temos os números.

Um festival que não promove as associações do concelho, que não é a celebração da juventude que um verdadeiro Festival da Juventude devia ser. Mal iriam os jovens se a única forma de incentivo, apoio e promoção fossem 3 noites, uma banda e meia-dúzia de DJ's. Poderia pensar-se que o festival teria algum retorno financeiro, pois desenganem-se os optimistas, as receitas foram pouco mais de 11 mil €.

Os gastos poderiam ainda ser justificados por uma atracção de jovens ao concelho com todos os benefícios que isso traria, pois tal também não sucede, o nº oficial de entradas foi de 1612 visitantes nas 3 noites. Recordemos que eram esperados cerca de 10 mil visitantes, como se fazia referência na edição de Setembro do Jornal Mirante. Qual o balanço do (in)sucesso do evento por parte da Câmara? Que análise faz da relação custo/benefício? Nós ajudamos, cada visitante do festival custou à Câmara cerca de 29€, além dos 3,25€ que o próprio despendeu para entrar.

É esta a política de apoio aos jovens, com as consequências acima descritas, que o Executivo Municipal defende? Certamente não é, a que nós, JS, defendemos, como tal não deixaremos de nos insurgir contra os ataques de que somos alvo, enquanto membros da Juventude Socialista de Miranda do Corvo ou enquanto jovens mirandenses. Lutaremos sempre pela nossa consciência crítica própria, na defesa incondicional dos interesses dos jovens mirandenses e da comunidade em geral.

A Juventude Socialista de Miranda do Corvo

(Texto publicado no jornal Mirante de Fevereiro de 2009 ao abrigo do Direito de Resposta)

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

GRAVE PROBLEMA DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO


A imagem ilustra as más condições de trabalho a que é sujeito um funcionário da Câmara Municipal de Miranda do Corvo. O funcionário, que acompanha o tractor "limpa-fossas", viaja sentado em condições de manifesta insegurança e, em condições climatéricas adversas como no caso ilustrado, a sua saúde também poderá ser afectada.


A concelhia do PS entende que não está a ser minimamente cumprida a legislação relativa à Higiene, Segurança e Saúde no Trabalho. A situação ainda é mais grave pois o municipio dispõe de viaturas semelhantes que permitiriam ao funcionário em causa uma maior comodidade.

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Vale a pena





A Câmara municipal está a distribuir um comunicado à população onde pede desculpa pelos incómodos que algumas obras possam causar.


Esta questão foi levantada pelo Deputado Municipal e Presidente da Concelhia, Miguel Baptista, na última Assembleia Municipal realizada em 29 de Dezembro de 2008. No âmbito de uma das suas intervenções, o nosso camarada referiu o seguinte:

"... A segunda questão que gostaria de ver esclarecida pela Sr.ª Presidente também está relacionada com estradas. Na estrada do Carapinhal e na Estrada de Vale Colmeias, Lata Cabouco, a reposição do pavimento não tem sido feita da forma que se exigia. Bem sabemos que se trata de uma obra das Águas do Mondego. Porém, são estradas que estão sob a alçada do Município e a Câmara deve exigir ao Dono de Obra a imediata reposição do pavimento logo que tal seja possível de modo a minimizar os incómodos causados aos automobilistas e aos seus veículos."

Nós chegamos à conclusão que o nosso trabalho está de facto a dar frutos. Em mais de 7 anos é a primeira vez que tal acontece, sinal que a nossa oposição está a ser levada em linha de conta.

Um município que gasta rios de dinheiro em publicidade de promoção a uma pessoa, a Senhora Presidente, em 7 anos um comunicado à população a pedir desculpa pelos incómodos é de facto muito pouco. Basta lembra que já houve ruas fechadas e nada foi dito e explicado sequer aos comerciantes.
VER COMUNICADO AQUI

terça-feira, 20 de janeiro de 2009

20 de Janeiro de 2009, um dia histórico para os EUA e para o Mundo


Barack Obama acaba de tomar posse como 44.º Presidente dos Estados Unidos da América perante mais de 2 milhões de americanos.

Hoje é um dia de esperança. Para trás ficam oito anos de um mau executivo conservador de direita, que ficará na História como um dos piores de sempre.

Estamos convictos que o novo Presidente dos EUA, que defende os ideais e valores da esquerda democrática com os quais o Partido Socialista se identifica, irá promover a mudança que os EUA e o Mundo tanto precisam.

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Orçamentos (para quê?)

Um orçamento é o plano financeiro estratégico de uma administração para determinado exercício. É sabido que os orçamentos não passam de previsões mas, apesar disso, têm de ser instrumentos fiáveis, que reflictam com rigor o que se pretende fazer ao longo de um espaço de tempo.
Os orçamentos, familiares, das autarquias ou do estado, estão sujeitos a negociações e a discussões porque as verbas disponíveis têm de ser rentabilizadas e geridas de forma parcimoniosa.
Há que estabelecer prioridades pois sem elas corre-se o risco de gastar em actividades supérfluas e não garantir que o essencial seja feito. Esta forma de pensamento é transversal aos vários níveis de decisão.
Nas nossas casas, temos de estabelecer mensalmente as verbas para a alimentação, para pagamento de prestações, de contas obrigatórias como a electricidade, a água ou o gás, os transportes e aquele resíduo para o telemóvel. Podemos considerar outras ocasionais para o vestuário do dia-a-dia, internet, jantar fora ou ir a um cinema. Como estamos em tempo de crise e a maioria dos salários não dá para poupanças e extravagâncias, fico mesmo por aqui, nas despesas indispensáveis.
Nas autarquias é a mesma coisa. Há gastos inevitáveis: com o pessoal que tem de receber o seu salário, com a manutenção de todos os serviços assim como a manutenção das expectativas que foram criadas aos munícipes. Ficava muito mal a um responsável fechar serviços, que nasceram para cumprir promessas eleitorais, com a justificação de que não há verbas para os sustentar. Tudo tem de ser pensado, as verbas têm de estar justificadas e cabimentadas.
Foi votado na sessão de câmara em Miranda do Corvo, o orçamento para 2009. Um orçamento que contempla obras importantes e estruturantes para o Concelho, como o Centro Educativo, mas que deixa muita desconfiança.
Até Dezembro de 2008, foram propostas e aprovadas catorze alterações ao orçamento e treze alterações às grandes opções do plano, mais de uma por mês. Como querem que se classifique um orçamento destes? De duas uma: ou o executivo não foi capaz de prever o que ia gastar, apresentando um orçamento fictício ou então deslumbrou-se e gastou muito mais do que podia e aí já se considera que não conseguiu gerir eficazmente os dinheiros dos contribuintes.
Mas alguém procurou saber porque é que as coisas falharam tanto? Tenho a certeza que só os preocupados técnicos que não hão-de saber para onde se virar para satisfazer as necessidades de pagamento.
A ordem é poupar e não me venham dizer que não vale a pena poupar em pequenas coisas. Vale a pena poupar em tudo, nas pequenas e nas grandes coisas. Tal como nas nossas casas, ao fim de algum tempo de contenção vêem-se os resultados, o dinheiro chega para o essencial e ainda dá para alguma extravagância.
Quem é que controla os telemóveis atribuídos pela autarquia? Quem é que controla a despesa que é feita a partir deles? Alguém sabe quanto é que se gasta em material informático? Não o material do dia-a-dia, absolutamente necessário para trabalhar, mas o material que se renova sem necessidade, com alguns meses de utilização. Para onde é que vai depois? É negociado com o material adquirido?
Se vamos gastar sem limites, nas comunicações, no papel, em publicidade que não leva a nada e fica armazenada nas salas em vez de ser distribuída, em actividades que não trazem nada de novo, bem nos podemos queixar porque os recursos não vão dar. Vamos ver quantas rectificações ao orçamento a Câmara vai propor em 2009!
Com um ano de crise, de recessão económica e com três eleições para realizar, estou para assistir ao que vai acontecer. É preciso encher os olhos aos eleitores. Não sou adivinha mas com certeza que se fará tudo quanto a imaginação prodigiosa recomendar. Entretanto vão seguir a máxima de um mirandense, que já está no reino dos justos, que quando queria fazer as suas extravagâncias sem pensar nas consequências apenas dizia: «ó depois vésse…»


Ana Gouveia
08/01/2009
Artigo publicado no Diário "As Beiras"

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

Assim vai a recolha de lixo em Miranda...




As imagens acima falam por si... O lixo acumulado neste contentor revela bem a competência da Câmara nesta matéria. E os mirandenses continuam a pagar para ter esta qualidade no serviço de recolha de resíduos sólidos urbanos.





quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL


UM SANTO NATAL E UM ANO DE 2009 COM MUITA FELICIDADE.
SÃO OS VOTOS DA CPC DE MIRANDA DO CORVO.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Grande Jantar Convívio do PS e Homenagem a Correia Luís



Apesar do frio e da chuva que se fazíam sentir, mais de 200 socialistas de Miranda estiveram no Salão dos Bombeiros Voluntários de Miranda do Corvo.



Foi uma noite de grande emoção e de alegria para todos os que estiveram presentes. Nessa noite o PS Miranda do Corvo prestou também homenagem a Manuel Correia Luís, um grande autarca socialista de Miranda do Corvo e que nesse dia completou 70 anos.




No que respeita a intervenção política, usaram da palavra o Presidente da Concelhia, Miguel Baptista, o líder da JS, João Pedro Branco, e o Presidente da Federação de Coimbra, Victor Baptista.




Por fim, todos cantaram os parabéns a Correia Luís, foi partido o bolo e o homenageado fez uma intervenção cheia de emoção, tendo agradecido à sua esposa, Maria de Lurdes, todo o apoio que lhe deu ao longo dos anos. No final, os amigos presentearam o aniversariante com várias lembranças.










quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Fonte dos Amores



Para quem não conhece, a Fonte dos Amores é seguramente uma das mais bonitas da nossa vila.




Toda a zona foi alvo de recuperação no tempo da Presidência do camarada Jorge Cosme, um homem que muito fez pela nossa terra. Naquela altura, entre outros melhoramentos, foi colocado um belo painel de azulejos, elaborado por alunos da escola José Falcão e que agora se encontram no estado que a imagem abaixo bem documenta.



Talvez por ter sido uma obra socialista, esta zona tem sido menosprezada pela autarquia. Os azulejos vão caindo e tardam em ser substituídos. Por outro lado, à fonte dos Amores há quem chame agora a Fonte Seca, pois há vários anos que de água nem gota. Talvez só quando chegarem as águas vindas do Mondego!!

Emprego, a quanto obrigas!

Já escrevi e reitero que a igualdade de oportunidades é um direito consignado na Constituição da República Portuguesa. O seu artigo 13º diz que “Todos os cidadãos têm a mesma dignidade social e são iguais perante a lei” e que “ Ninguém pode ser privilegiado, beneficiado, prejudicado, privado de qualquer direito ou isento de qualquer dever em razão de ascendência, sexo, raça, língua, território de origem, religião, convicções políticas ou ideológicas, instrução, situação económica, condição social ou orientação sexual.” Pois é está consignado desde o dia 25 de Abril de 1976 e infelizmente ainda não entrou na cabeça de muitos e é muito esquecido em várias circunstâncias.
Por exemplo, o direito a uma oportunidade de emprego justa, sem descriminação, deveria fazer de tal modo parte do nosso quotidiano que nem sequer deveria ser questionado. Já não há palavras para reafirmar estes direitos elementares.

Não me refiro aos empregos em empresas privadas, não tenho nada que me pronunciar, pois cada qual abre a porta da sua casa a quem bem entender. Tenho a certeza que cada um quererá para a sua empresa o melhor, o mais habilitado, o mais capaz. Mas também lá pode colocar o filho, o primo ou o filho do primo que ninguém tem nada com isso.

Refiro-me concretamente aos empregos públicos, aqueles a que todos temos direito porque todos pagamos impostos e só há uma classe de cidadãos. Deveríamos ser todos de primeira classe. Mas não, por mais denúncias e contestações que se façam, continuam a existir concursos viciados, concursos dirigidos só a alguns querendo passar por concursos abertos em que tudo vai decorrer de uma forma transparente. Inclusivamente na abertura do concurso, chegam a vir registadas ao pormenor as habilitações da pessoa que se pretende integrar, mestrados específicos, tudo se faz. A manobra de entrar como POC, ir ficando e assim que abrir um concurso entra-se com um contrato a termo certo.

O problema é que tudo se faz e não se segue a pista do que pode ser chamado de tráfico de influências, isto é, as ligações das pessoas que entraram nos serviços com as pessoas que as lá colocaram, ou seja, as suas relações a montante.

Para além de se ter as habilitações pedidas, requisito fundamental, é preciso ser melhor que os restantes para conseguir o emprego. Depois vem a outra parte, a progressão na carreira que é outra luta mas que dava para vários textos. Por isso me vou focar no que realmente importa, é que agora para progredir há outro requisito mais recente, o de residir no concelho em que está empregado. Nem que para isso a vida tenha de levar uma volta de 180 graus. Se esta loucura se propaga como é que um casal que trabalha em concelhos diferentes vai gerir esta exigência?
No tempo de Salazar isto era um requisito. Até era válido atendendo aos transportes desse tempo. Não existindo carros particulares para deslocações, não era fácil chegar a um emprego a horas ou então tinha de se sair de casa de véspera. Mas neste tempo? Meu Deus, é de bradar aos céus!
Mas acreditem, isto está a acontecer com empregos públicos. Os funcionários podem ser excelentes mas se não vivem no concelho podem esperar sentados que não vão progredir profissionalmente. A ver vamos!
Ana Gouveia
13/11/2008

terça-feira, 25 de novembro de 2008

Rua Dr. Mota Pinto II





As imagens acima mostram o estado em que se encontra há muito tempo o pavimento da Rua Dr. Mota Pinto.
O perigo para os automobilistas é real devido à profundidade do "buraco" e também por não existir qualquer sinalização que alerte os condutores para a situação.
Assim, além da necessária reposição do pavimento é urgente que seja colocada a devida sinalização.