segunda-feira, 4 de maio de 2009

João Caetano é o candidato do PS à Junta de Freguesia de Lamas

João Caetano

Freguesia de LAMAS


A Comissão Política Concelhia do PS aprovou João Caetano como candidato à Junta de Freguesia de Lamas nas próximas eleições autárquicas. O candidato é um jovem dinâmico e com muitas provas dadas na vida associativa desportiva, cultural e de juventude. Pela sua força e determinação é o candidato em que o PS deposita grande confiança e que irá dar continuidade ao trabalho desenvolvido pela Dra. Etelvina Luís como presidente da Junta de Freguesia.

A Dra. Etelvina Luís cumpre o seu último mandato como presidente da Junta de Freguesia de Lamas. Por essa razão, o Partido Socialista não pode deixar de felicitar e agradecer publicamente à autarca pelo excelente trabalho levado a cabo nos seus mandatos.



Breve Nota Biográfica do Candidato:
João Caetano, solteiro, reside em Lamas e é Director de Produção - Audio Visual. É o actual Presidente do Grupo de Jovens de Lamas e Representante deste no Conselho Municipal da Juventude de Miranda do Corvo. Além disso, faz parte das Direcções do Clube Recreativo Agrário Desportivo de Lamas, da Confraria do Vinho de Lamas e do Moto Clube de Lamas.

José Manuel Baptista é o candidato do PS à Junta de Freguesia de Rio de Vide




José Manuel Baptista



Junta de Freguesia de RIO DE VIDE



A Comissão Política Concelhia do PS aprovou José Manuel Coelho Baptista como candidato à Junta de Freguesia de Rio de Vide. O candidato é um autarca do PS que alia as suas qualidades humanas à grande experiência política alicerçada nos 20 anos de secretário dos executivos de Mário Lopes Cardoso. O PS deposita no candidato e na sua equipa renovadas esperanças em está confiante que irá ser dada continuidade ao trabalho desenvolvido pelos autarcas do PS na Freguesia de Rio de Vide.



Mário Cardoso, como havia anunciado, cumpre o seu último mandato como presidente da Junta de Freguesia de Rio de Vide. Por essa razão, o Partido Socialista não pode deixar de felicitar e agradecer publicamente ao seu militante e autarca pelo excelente trabalho levado a cabo ao longo de 20 anos.




Breve Nota Biográfica do Candidato:



Jose Manuel Coelho Baptista, casado, 51 anos de idade, natural de Coimbra-Sé Nova e desde sempre residente no lugar de Casal das Cortes, freguesia de Rio de Vide, Concelho de Miranda do Corvo. Como habilitações literarias possui o Curso Geral dos Liceus, exerce a actividade profissional de escriturário. É desde 1989 secretário da Junta de Freguesia de Rio de Vide. Exerce as funções de secretário da Fábrica da Igreja Paroquial de Rio de Vide, é o actual Presidente da Comissão da Capela de S. João Baptista em Casal das Cortes e 1.º vogal da Direcção da Liga dos Amigos de Casal das Cortes tendo nesta colectividade desempenhado, ao longo do anos, diversos cargos directivos.

Anabela Carvalho é a candidata do PS à Junta de Freguesia de Semide




Anabela Carvalho
Junta de Freguesia de SEMIDE




A Comissão Política Concelhia do PS aprovou Anabela Carvalho como candidata à Junta de Freguesia de Semide. A candidata é uma mulher dinâmica e com provas dadas na vida associativa. Pela sua força e determinação é uma candidata em que o PS deposita legítimas e renovadas esperanças de que venha a ser eleita como presidente da Junta de Freguesia de Semide.




Breve Nota Biográfica da Candidata:
ANABELA DOS SANTOS CARVALHO, casada, residente e natural da Granja de Semide. Possui o 9.º ano de escolaridade e é empresária em nome individual. Actualmente desempenha também outras actividades de carácter cultural. É presidente do Rancho Infantil da Granja de Semide e faz parte da Direcção da Casa Recreativa e Cultural da Granja de Semide.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Eng.º Mário Ricardo Lopes é o candidato do PS à Assembleia Municipal de Miranda do Corvo


A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Miranda do Corvo, em reunião realizada esta quarta-feira, 29 de Abril, designou o Eng.º Mário Ricardo Lopes como candidato do PS à Presidência da Assembleia Municipal de Miranda do Corvo nas eleições autárquicas de 2009.
A estrutura local do PS reconhece que o Eng.º Mário Ricardo, pela sua longa experiência autárquica e pelas suas qualidades políticas e humanas, é o mirandense melhor colocado para presidir à Assembleia Municipal de Miranda do Corvo. Brevemente serão anunciados os candidatos do PS às juntas de freguesia.

Breve nota biográfica:
Mário Ricardo Lopes, casado, 48 anos de idade, Natural de Pedreira, Freguesia de Rio de Vide, Concelho de Miranda do Corvo. É licenciado em Engenharia Civil, sendo Engenheiro do quadro da Câmara Municipal de Coimbra, exercendo a sua actividade profissional no Departamento de Obras e Gestão de Infra-estruturas Municipais.
De 1994 a 2001 exerceu o cargo de Vereador em regime de permanência e de Vice-Presidente da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.
Desde Janeiro de 2002 até ao momento exerce o cargo de Vereador em regime de não permanência na supra citada Câmara Municipal.
Desde Janeiro de 2009 faz parte dos Órgãos Sociais da Santa Casa da Misericórdia de Semide, exercendo o cargo de Presidente do Concelho Fiscal.

FORÇA AO IC3: Autarcas do PSD contra a líder!

Após a posição assumida pelo PSD a nível nacional relativamente à chamada "terceira auto-estrada", o PS Miranda do Corvo veio publicamente repor a verdade e manifestar a sua total discordância em relação às pretensões da Dra. Manuela Ferreira Leite.

A Assembleia Municipal de Miranda do Corvo, após uma proposta inicial do Partido Socialista, acabou por aprovar no dia 24 de Abril e por unanimidade uma Moção conjunta onde é reconhecida a importância do troço de auto-estrada do IC3 que integra a Concessão do Pinhal Interior e irá servir Miranda do Corvo e muitos outros municípios da região.

Na Moção, a ser enviada ao Sr. Secretário de Estado, aos Presidentes de Câmara dos concelhos servidos pelo IC3 e aos Grupos Parlamentares da Assembleia da República, os deputados municipais congratulam-se também pelo facto do Governo ter tomada a decisão de avançar com esta importante obra que irá passar em Lamas e potenciar o desenvolvimento económico e social do nosso concelho.

Hoje, é notícia na comunicação social a tomada de Posição de alguns autarcas e, nomeadamente presidentes de Câmara do PSD, que vieram manifestar-se contra a posição do PSD nacional que é contra a construção da "nossa" auto-estrada.

O PS Miranda do Corvo não pode deixar de felicitar e aplaudir a posição tomada pela Presidente da Câmara de Miranda e aguarda que a Distrital do PSD faça o mesmo.


Consulte a notícia em: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1215469

terça-feira, 21 de abril de 2009

A FORÇA DA VERDADE: O IC3 E A "TERCEIRA AUTO-ESTRADA".

O Partido Socialista foi, em Miranda do Corvo, o primeiro a defender a alteração do traçado do IC3 de modo a que a nova auto-estrada pudesse servir Miranda do Corvo e assim garantir uma boa acessibilidade dos mirandenses a Coimbra.

Em 2005, do programa eleitoral autárquico do PS, constava ainda a ideia de incluir no novo Plano Rodoviário Nacional um novo Itinerário Complementar, alternativo e paralelo à EN342, que ligasse a Auto-estrada A1 ao IC6, e com ligação ao IC3 no novo corredor. As duas propostas apresentam-se, tal como na altura, no mapa seguinte:


A nossa proposta era muito clara e, felizmente, o Governo do Partido Socialista levou a nossa ideia relativa ao IC3 em frente. O novo traçado do IC3 previsto na “Concessão do Pinhal Interior”, no troço Penela/Lamas/Coimbra, coincide exactamente com a solução proposta pelo PS Miranda. Além disso, a ligação do IC3 à A1, um pequeno troço do novo IC proposto, consta também da nova concessão, faltando ainda o troço que ligue o IC3 ao IC6. Nós citamos e apresentamos documentos que “falam por si”, outros citam conversas que tiveram com governantes e estudos que nada referiam a respeito do IC3.

Recentemente, a líder do maior partido da oposição veio a público dizer estar contra a “terceira auto-estrada Lisboa/Porto”. Depois de algumas interrogações, logo se entendeu que a Dra. Manuela Ferreira Leite se referia a dois troços sucessivos de auto-estrada, o primeiro do IC2 a norte de Coimbra e o segundo o troço do IC3 da concessão do Pinhal Interior. E se dúvidas pudessem existir, o cabeça-de-lista do PSD às Eleições Europeias, desfez as mesmas no programa Prós e Contras de ontem, onde deixou bem claro que se tratava dos troços em questão.

O PS Miranda do Corvo, porque defendeu desde a primeira hora o troço do IC3 em causa, não pode deixar de lamentar e estar contra a posição assumida pelo PSD nacional e de alertar todos os mirandenses para o facto de as posições defendidas pelo PSD poderem vir a comprometer gravemente o desenvolvimento do nosso concelho.

MIGUEL BAPTISTA
21 de Abril de 2009

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Resposta da JS ao Editorial do Mirante


É com tristeza que constatamos que no fim da primeira década do séc. XXI, a era do conhecimento, ainda há preconceitos tão desmedidos e, muito mais grave, tão convictos como os que pudemos ler no editorial deste jornal no passado mês de Março.

A preocupação do actual governo com temas que são fracturantes para a nossa sociedade (que envolvem conceitos sociais extremamente enraizados e crenças fortemente instituídas) não é, de todo, “inaceitável”, e muito menos pode ser considerada como “facilitismo”. “Inaceitável” é não discutir direitos e deveres fundamentais para uma boa vivência em sociedade só porque “dividem os portugueses” e porque, ao mexer com estruturas tradicionais, não são cómodos para muitas pessoas. O facilitismo reside sim na resistência à mudança: é bem mais fácil deixar estar as coisas como as encontrámos quando viemos ao mundo do que lidar com a evolução da sociedade e tentar reorganizá-la de forma positiva.

Só por má-fé se pode dizer que alguns dos enquadramentos legais que se propõem a debate (como o do divórcio ou o do aborto, já em vigor, e o dos casamentos homossexuais e o da eutanásia, em discussão aberta) incentivam as alterações estruturais que introduzem! Apenas fornecem meios para que as pessoas possam decidir em consciência e em verdadeira liberdade de escolha, dentro do que lhes é permitido numa vivência em sociedade. Na mentalidade predominante na actual sociedade tecnológica a força da tradição é substituída pela racionalidade. E tal não se trata de “modernice primária”, mas sim da preferência pela mudança e pelo progresso contra a permanência “eterna” de costumes e valores que começam a ficar obsoletos quando analisados à luz da evolução que tem ocorrido nos sistemas e estruturas sociais. Obviamente que tal não significa que todas as mudanças sejam positivas nem que todos os valores devam ser ultrapassados: apenas queremos reforçar a ideia de que há novas formas de se viver em sociedade e que contribui muito mais para a harmonia social tentar aceitá-las ou aprender a viver com elas (mesmo que não se aceitem) do que negar a sua clara existência, desvalorizá-las ou discriminá-las. E se é verdade que “os dez mandamentos são princípios que libertam o homem do simples animal irracional que há dentro de cada um de nós”, não é menos verdade que os direitos humanos também o fazem. A constatação da existência de comportamentos mais frequentemente observados (como a heterossexualidade ou a família tradicional) não implica a construção de um juízo sobre eles (não é a sua frequência que os torna melhores para o ser humano): é fundamental perceber que existem outras opções de vida que podem ser tão ou mais legítimas e funcionais.

A JS acha inadmissível que se utilize um pretenso elogio à Igreja como forma de efectuar um ataque velado às políticas de cidadania por que temos vindo a lutar há bastante tempo. Mas pior que isso é a ideia que está subjacente a esse ataque político: um preconceito tão profundo e sério contra a homossexualidade que nos repugna (sim, porque no artigo o que está bem patente é um juízo contra a homossexualidade e não apenas contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo pelo qual temos vindo a lutar). Ao referir que a homossexualidade é natural (mas comparando-a de forma atroz e inaceitável com o incesto ou a pedofilia), que “a moral é o que nos distancia do macaco nu” e que o que a sociedade deve fazer é humanizar o Homem e não “animalizá-lo”, o único sentido que se pode retirar é uma forma dissimulada de dizer que a homossexualidade é imoral, classificando os homossexuais como “macacos nus” e “animais” – e tal a JS nunca poderia deixar passar incólume. Só podemos designar tal discurso como heterossexista, ou seja, assumindo a heterossexualidade como orientação sexual superior, o que é deveras preocupante, uma vez que tal ideologia é responsável por grande parte da opressão, negação, ostracismo e discriminação de que os homossexuais são alvo na nossa sociedade.

É em nome da ideia de ser “contra-natura” que ainda se perseguem e matam pessoas em muitos lugares do mundo devido à sua orientação sexual. E isso não é nem pode ser natural. O que é verdadeiramente importante é saber que a homossexualidade existe e que a homofobia é um preconceito. Não pode ser natural que se discriminem pessoas com base na sua etnia, cor de pele, género ou orientação sexual. E a prova disso está na Declaração Universal do Direitos do Homem e no artigo 13º da Constituição da República Portuguesa que proíbe a discriminação baseada na orientação sexual. Como refere Augusto M. Seabra, “o que está em discussão não são as íntimas convicções de cada um, nem os modos das sexualidades; é o plano dos direitos (...). E das políticas. E dos deveres das políticas e dos que delas estão investidos”. Nenhuma justificação é válida para a não-aceitação de uma vivência da sexualidade livre e isenta de preconceitos, estigmas e perseguições. Não há justificações válidas para a discriminação e perseguição, nem mesmo “a moral e os bons costumes”.
Numa sociedade de conhecimento como é a actual, o que é desestruturante não é o divórcio, a homossexualidade ou a eutanásia; são antes os preconceitos desmedidos e as ignorâncias orgulhosas e convictas.
A Juventude Socialista de Miranda do Corvo
(Resposta ao editorial do Jornal Mirante de 1 de Março de 2009 e que foi publicada em 01 de Abril de 2009)

terça-feira, 7 de abril de 2009

“Força Miranda” no Vale do Açor

Dando seguimento ao ciclo de reuniões de trabalho, no dia 4 de Abril, o movimento “Força Miranda”, liderado pelo candidato à Câmara Municipal, Doutor Miguel Baptista, esteve presente no Vale do Açor onde reuniu com a Associação Recreativa, Cultural e Desportiva de Vale do Açor.

Na reunião com os dirigentes da ARCDVA, além do candidato à Câmara, participou Manuel Correia Luís como Deputado Municipal do PS, Fernando Araújo da Junta de Freguesia de Miranda do Corvo e membros do secretariado do PS.

O PS Miranda do Corvo agradece publicamente à ARCDVA e aos seus dirigentes pela amabilidade e disponibilidade demonstradas na recepção e pelos preciosos contributos dados no decurso da reunião.



segunda-feira, 6 de abril de 2009

Tarde é o que nunca vem!

O Sr. Zulmiro, foi o maior republicano de que alguém da minha geração se lembra em Miranda do Corvo. Não figura na toponímia mirandense mas foi através dele que sempre recordámos o dia da implantação da República, sabendo contar direitinho toda a história romanceada e vibrante que envolveu essa transição, que ele tão bem comemorava, da monarquia para a república. Este homem foi, durante muitos anos, uma ajuda preciosa para os mirandenses, ele era estafeta de profissão, passava os dias no comboio entre Miranda e Coimbra, fazendo todos os recados que as pessoas lhe pediam. Era assim que ganhava a sua vida! Entre as imensas estórias interessantes que contava aos estudantes que sempre o rodeavam, havia aquelas em que a vedeta era ele e que nós presenciávamos completamente estupefactos.
Um dia um sujeito passou o tempo da viagem a insultá-lo, chamou-lhe tudo e mais alguma coisa e o Sr. Zulmiro continuou estranhamente imperturbável a ler a “República” e a fumar o seu cigarro de mortalha. Chegados à estação de Coimbra, o homem continuava a desfiar a sua lista de nomes feios, o Sr. Zulmiro levantou-se para sair e apenas lhe disse “ Olhe, pode continuar a falar mas eu não tomo conhecimento!”
Lembrei-me desta estória porque, ao colocar a vida em ordem, dei com o dossier dos artigos e passei os olhos por eles. Há coisa de um ano, fui presenteada da “Tribuna” deste jornal com verdadeiros insultos pessoais! Dizia o autor do alto da sua imensa sabedoria que eu em vez de escrever “umas coisas” sobre Miranda deveria estar atenta nas sessões de câmara e nas assembleias, participar em convenções. Que além de tudo, demonstrava uma “santa ignorância” sobre a realidade do concelho, enfim, um artigo encomendado, recheado de “piropos” encomendados. Pensei no Sr. Zulmiro e segui o seu exemplo, não tomei conhecimento!
Por isso não respondi. Foi o que fiz de melhor porque a resposta veio com o tempo e se a vaidade não cegar pode ser que o seu autor enxergue!
No meu artigo falava das “águas ruças”, originadas pelas descargas no Rio Ceira. A minha crítica ia primeiro para os poluidores mas também para a Câmara Municipal que recebia dinheiro para vender água pura e vendia água poluída. Uma crítica legítima feita num espaço da minha responsabilidade. Único problema, toquei nos que se julgam intocáveis e isso é “pago” até à última letra. Não foi uma resposta técnica, foi uma resposta que listou diligências de quem está nos locais de decisão para isso mesmo, para trabalhar em benefício dos munícipes. Mesmo à distância é agressiva e insultuosa.
Talvez desse jeito “continuar” um pouco desatenta pois assim não teria ouvido tantas críticas feitas à Câmara, ao péssimo estado da água que se vai consumindo um pouco por todo o concelho, não é só a montante! É nos Casais, é em Godinhela, é em Vila Flor, é nos Meroucinhos, é nas Meãs. Afinal há água imprópria em muitos locais e o curioso é que todos estes lugares foram denunciados publicamente, irrefutáveis! Justiça seja feita, a qualidade é tão má nalguns locais que já foram presentes à sessão duas propostas de isenção de pagamento da água e que foram aprovadas por unanimidade. Justo seria proceder da mesma forma em todo o concelho onde ela é imprópria para consumo!
Para não ser acusada de denegrir a imagem do concelho, como também é costume acontecer quando faço uma crítica, fica a mensagem para aqueles que vivem em Miranda e para os que pretendem cá viver, lá para o final do ano temos água potável e em quantidade. Valham-nos as Águas do Mondego que não tardam! Possivelmente uma inauguração a norte do concelho porque é onde ela vai chegar primeiro. Em Outubro tudo tem de estar a postos, há eleições e tarde é o que nunca vem!
Ana Gouveia
02/04/2009
texto publicado no jornal "As Beiras"

domingo, 5 de abril de 2009

"Força Miranda" na Freguesia de Rio de Vide

O movimento “Força Miranda”, da candidatura do Partido Socialista às próximas eleições autárquicas, iniciou um ciclo de visitas às colectividades do concelho com o objectivo de conhecer de forma mais aprofundada as necessidades das colectividades e da população local. Toda a informação recolhida será devidamente considerada na elaboração do programa de governo para Miranda e do programa eleitoral das Juntas de Freguesia.
Participam nas reuniões o candidato à Câmara Municipal, Doutor Miguel Baptista, autarcas do Partido Socialista e elementos da respectiva Junta de Freguesia. Atendendo ao elevado número de colectividades existentes no concelho, prevê-se que este período de reuniões de trabalho com as direcções das colectividades se estenderá até ao final de Junho.

As primeiras reuniões com os dirigentes das colectividades realizaram-se na Freguesia de Rio de Vide. No dia 18 de Março, decorreu uma reunião na Pedreira, na Associação Recreativa, Cultural e Desportiva da Pedreira, Póvoa e Casal do Fato, no dia 20 de Março em Rio de Vide na Liga Regional Riovidense e no dia 21 de Março, no Vidual, no Centro Associativo de S. Mateus. Além do Candidato à Câmara Municipal, participaram na reunião os elementos da Junta de Freguesia de Rio de Vide, Mário Cardoso e José Manuel Baptista, outros autarcas e membros do PS.

O PS Miranda do Corvo agradece publicamente às colectividades e aos seus dirigentes pela amabilidade e disponibilidade demonstradas na recepção e pelos contributos dados no decorrer das reuniões.

18 de Março de 2009, Pedreira


20 de Março de 2009, Rio de Vide



21 de Março de 2009, Vidual

segunda-feira, 30 de março de 2009

FORÇA MIRANDA.

O Programa de governo para Miranda, a apresentar aos Mirandenses em Setembro de 2009, será um documento estratégico que irá potenciar o desenvolvimento sustentável do concelho de Miranda do Corvo durante a próxima década.

O desenvolvimento sustentável será conseguido conciliando as políticas de desenvolvimento económico, social e ambiental. Estes três eixos de acção serão geridos de forma equilibrada e irão permitir melhorar a qualidade de vida de todos os mirandenses, mas sem hipotecar ambientalmente o futuro das próximas gerações.

O desenvolvimento económico só será uma realidade se houver efectiva criação de emprego. Para alcançar o desenvolvimento social deverão ser satisfeitas todas as necessidades básicas da população (abastecimento de água, saneamento, educação, mobilidade, alimentação, assistência social, saúde, cultura e lazer, etc.). Todavia, todas as acções a desenvolver deverão ir de encontro à melhoria do ambiente e à preservação dos recursos naturais.

O concelho de Miranda deverá ser gerido como um todo, pelo que o programa a apresentar será orientado para o desenvolvimento sustentável de todo o concelho, dando atenção, não só à gestão dos espaços urbanos, mas também aos espaços florestais e agrícolas abandonados e desordenados.

Com a concretização de grandes obras promovidas pelo actual Governo do Partido Socialista, a Auto-Estrada que irá passar em Lamas e o Sistema de Mobilidade do Mondego, o nosso município deverá estar preparado para enfrentar um período de significativo crescimento populacional. Mas crescimento pode não ser sinónimo de desenvolvimento. Por isso, esse espectável crescimento deverá ser bem gerido e aproveitado para reequilibrar demograficamente o concelho, criando condições para a fixação de população jovem nas aldeias mais desertificadas e envelhecidas do nosso concelho. É que para haver qualidade de vida é preciso haver vida!

Por fim, para alcançar o desejado Desenvolvimento Sustentável, Miranda precisará de ter mais FORÇA em todas as áreas da gestão autárquica. Assim surge o lema escolhido pelo Partido Socialista para as próximas eleições autárquicas: “Força Miranda”.

Miranda do Corvo, 30 de Março de 2009.
MIGUEL BAPTISTA.

domingo, 22 de março de 2009

O Associativismo na Construção do Concelho de Miranda do Corvo


O desenvolvimento equilibrado e sustentado, seja a nível global ou local, deve ser assumido nas suas diferentes variáveis e na sua interdependência relacional, sendo da maior importância, quer a definição de políticas sectoriais, quer a relação entre essas políticas.

Neste contexto, são relevantes as políticas para a educação, o desporto, a cultura, a acção social. Como é relevante que, na definição dessas políticas, se tenha em devida conta as dinâmicas próprias da comunidade, enquanto elementos de construção identitária ou de potenciação do próprio desenvolvimento.

Um concelho vivo e dinâmico é, entre muitos outros aspectos, referenciado a partir do papel do movimento associativo, pela capacidade de espelhar um conjunto de expressões colectivas e partilhadas, de prosseguir objectivos e propósitos comuns, de incentivar a participação, de dignificar a vida comunitária, de garantir acrescida qualidade de vida às populações.

O movimento associativo constitui um espaço de intervenção e participação com óbvios reflexos na sociedade em geral e na transformação das comunidades.

O concelho de Miranda do Corvo, caracteriza-se, entre muitos aspectos, por um associativismo bastante expressivo e dinâmico, o que constitui dado relevante e importante para o nosso desenvolvimento e identidade.

A Câmara Municipal de Miranda do Corvo, deve reconhecer a importância, o esforço e o trabalho desenvolvido pelas Associações do concelho, e deve assumir como um dos seus objectivos prioritários o desenvolvimento e reforço do apoio e da colaboração com as diversas Associações locais, no respeito por regras de transparência, equidade e pela indispensável autonomia das próprias instituições.

É neste contexto de reciprocidade, de potenciação de espaços de participação e eixos de intervenção, de valoração do exercício criativo de competências, de atitudes activas e interventivas, de serviços de qualidade crescente à comunidade, que devem inserir-se os incentivos ao associativismo.

É também neste contexto que se exige ao poder local e às autarquias, uma atenção continuada à dinâmica das associações, com o objectivo de aperfeiçoar parcerias e reciprocidades, de garantir e criar condições para mais e melhor desenvolvimento, tendo presentes regras essenciais e os recursos disponíveis para a concretização de objectivos estratégicos.
A futura Câmara Socialista de Miranda do Corvo, deve portanto fazer a ruptura com o passado no que concerne à forma e ao método de atribuição de financiamentos. O futuro formato, deverá ser discutido em sede própria e com todos os intervenientes. A proposta está lançada e o Partido Socialista de Miranda do Corvo vai cumprir certamente este desígnio em defesa da transparência democrática.

JOSÉ MÁRIO GAMA

sexta-feira, 20 de março de 2009

Eu apresento!


No dia 4 de Março foi conhecido o candidato do Partido Socialista à Câmara Municipal de Miranda do Corvo, António Miguel Costa Baptista. Depois de uma votação absolutamente clara, expressiva, sem contestação mas com debate, este homem foi eleito para dar a cara pelo partido socialista. Da reunião, os militantes saíram unidos, dispostos a trabalhar por uma vitória nas próximas autárquicas.
Candidatou-se a Presidente da Comissão Política Concelhia do PS em Abril de 2008 e afirmou na altura que não pretendia ser candidato à Câmara. Mas o querer dos seus pares falou mais alto, não conseguiu resistir à forte persuasão motivada pela revelação das suas capacidades e por todos acreditarem que o Miguel Baptista era o melhor Candidato.
Natural de Miranda do Corvo, viveu grande parte da sua vida na pequena aldeia do Fraldeu. Aí cresceu com os seus dois irmãos: Jorge Baptista e Mário Baptista. Filhos de um resineiro, o Sr. César, e da D. Lurdes, uma doméstica, são um bom exemplo do “self made man”. Conheço-os muito bem pois foram, os três, meus alunos na escola José Falcão de Miranda do Corvo.
Não se pense que estes três jovens irmãos tinham transportes públicos ou carros particulares para se deslocarem à escola. Eles e outros vinham de bicicleta, de inverno e de verão, com sol tórrido, chuva ou frio, mas vinham sempre. Apesar das grandes dificuldades económicas que sempre enfrentaram, continuaram o seu percurso académico e todos eles concluíram os seus cursos de engenharia.
O Miguel frequentou o primeiro ciclo em Godinhela, passou por Miranda do Corvo para fazer o 2.º e 3.ºciclos de escolaridade. Logo a seguir passou pela Brotero para concluir o secundário. No ISEC concluiu o bacharelato em Engenharia Civil. Na Universidade de Coimbra concluiu vários cursos: em 1993 a licenciatura; em 1995 uma pós-graduação em infra-estruturas viárias e transportes em meio urbano; em 1995 o mestrado em Engenharia Civil, especialização em Engenharia Urbana; e em 2007 o doutoramento em Engenharia Civil, especialização em Urbanismo, Ordenamento do Território e Transportes. Um curriculum académico que orgulha qualquer socialista, especialmente pelo exemplo de vida que nos é transmitido, pelo esforço e pela abnegação.
Profissionalmente também não se pode ignorar o seu percurso pois entre 1992 e 1994 foi Monitor do Departamento de Engenharia Civil da Universidade de Coimbra e desde aí até esta data é Professor no Departamento de Engenharia Civil do Instituto Politécnico de Viseu, onde ao longo dos quase 15 anos, tem exercido várias funções, nomeadamente de Director do Curso de Engenharia Civil, Director da Secção de Transportes e Vias de Comunicação e Responsável do Laboratório de Transportes e Vias de Comunicação.
É um homem competente, sensato e humilde, cujo exemplo, exigência e rigor vão levar o Partido Socialista à conquista da Câmara Municipal de Miranda do Corvo.
Ana Gouveia
19/02/09
Texto publicado no Diário "As Beiras"

segunda-feira, 16 de março de 2009

Emprego e Qualidade de Vida

Num estudo sobre bem-estar e qualidade de vida dos portugueses, realizado pela Universidade da Beira Interior, Miranda do Corvo ocupa um modesto 158.º lugar no Ranking nacional. Cai assim por terra a falsa ideia que o actual executivo do PSD tenta vender de que há muita qualidade de vida em Miranda do Corvo.

Interessa sublinhar que, na avaliação da qualidade de vida, os autores do estudo consideraram factores que abarcam as áreas que influenciam directamente o bem-estar das populações. São disso exemplo a educação, o emprego, as infra-estruturas, o ambiente, o dinamismo económico e o mercado de habitação.

Olhando para o ranking a nível distrital, apenas seis concelhos do interior do distrito de Coimbra se encontram abaixo de Miranda. Por exemplo, os nossos concelhos vizinhos de Lousã (48.º), Condeixa (108.º), Vila Nova de Poiares (115.º) e Penela (149.º) estão todos melhor posicionados que Miranda. Esta é a realidade dos números e não adianta desmentir.

Muito há a fazer para melhorar a qualidade de vida dos mirandenses. Entre outras medidas importantes, há que apostar forte na criação de emprego, disponibilizando às empresas boas e reais condições para se fixarem em Miranda. A actual zona industrial deverá aumentar e evoluir para um Parque Empresarial moderno e inovador onde se possam instalar pequenas e médias empresas ligadas, não só à indústria, mas também ao comércio e aos serviços.

Este não tem sido o caminho seguido nos últimos sete anos. Foi aplicada a derrama, um imposto completamente desajustado à realidade concelhia e aos tempos de crise que vivemos. Ao maior grupo empresarial de Miranda do Corvo não foram dadas condições mínimas para instalar novas empresas no concelho. Mais recentemente, a empresa FRESBEIRA, a que também não foram dadas condições para se instalar em Miranda, iniciou a sua actividade em Vila Nova de Poiares. Estamos a falar de mais de 30 postos de trabalho que Miranda perdeu.


É pena. De que vale defender (e bem) a nossa chanfana, se depois se desprezam as empresas da nossa terra que se vão instalar em Poiares?

MIGUEL BAPTISTA

quarta-feira, 4 de março de 2009

Miguel Baptista é o candidato do PS à presidência da Câmara Municipal de Miranda do Corvo

A Comissão Política Concelhia do Partido Socialista de Miranda do Corvo, em reunião realizada esta quarta-feira, 4 de Março, designou Miguel Baptista como candidato à Presidência da Câmara Municipal de Miranda do Corvo nas eleições autárquicas de 2009. Os restantes cabeças-de-lista, à Assembleia Municipal e às Juntas de Freguesia, serão conhecidos até final de Março.

A escolha do actual presidente do PS Miranda do Corvo resultou de um amplo debate entre os socialistas que integram a Comissão Política Concelhia. A estrutura local do PS reconhece em Miguel Baptista a capacidade de mobilizar os mirandenses em torno de uma alternativa vencedora e que irá reconquistar a Câmara Municipal para o Partido Socialista.



Breve nota biográfica:

António Miguel Costa Baptista, natural de Fraldeu, Miranda do Corvo, 39 anos, casado, militante do Partido Socialista e actual Presidente da Comissão Política Concelhia, é membro da Assembleia Municipal de Miranda do Corvo desde 2005. Professor no Instituto Politécnico de Viseu, concluiu em 1993 a licenciatura em Engenharia Civil na Universidade de Coimbra e, em 1995, uma pós-graduação em Infra-estruturas Viárias e Transportes em Meio Urbano. Mais tarde, em 1999, obteve na mesma universidade o grau de mestre em Engenharia Civil, especialização em Engenharia Urbana, e, em 2007, concluiu, também na Universidade de Coimbra, o Doutoramento em Engenharia Civil, especialização em Urbanismo, Ordenamento do Território e Transportes.